História do Cinema para quem tem pressa

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Conteúdo: A palavra pressa é o particípio passado, em latim, do verbo premere (apertar). Assim, pode-se dizer que A História do Cinema para Quem Tem Pressa se propõe a contar uma das maiores sagas do século 20 (e deste início do 21) para quem precisa apertar o passo ou está apertado de tempo. E quem não está?

Em 200 páginas, contextualizado com cada momento histórico, e escrito em linguagem clara e acessível, Sabadin traça um panorama do cinema – linguagem que há mais de um século revoluciona nossa maneira de ver a vida –, desde a época em que seus inventores nem sabiam direito o que fazer com ele, até os dias de hoje, quando movimenta bilhões de dólares pelos cinco continentes.

A obra passeia com desenvoltura pelos principais “ismos” cinematográficos do mundo – Impressionismo, Expressionismo, Surrealismo, Realismo, Neorrealismo etc. –, ao mesmo tempo que conta como nasceu Hollywood, o que aconteceu quando os filmes começaram a falar, por que os alemães inventaram o filme de terror, por que os detetives do cinema usam capa e chapéu, como as duas Guerras Mundiais mudaram os filmes, por que o cinema francês é tão papo-cabeça, como a chegada da televisão mudou tudo, o que afinal é um blockbuster, onde entra o Brasil nessa história toda, e muitos outros temas e curiosidades sobre a chamada Sétima Arte.

Só não explica que loucura é essa que nos faz tão apaixonados pela telona e pelo escurinho. Para isso, seria necessário outro livro. Aí sim, sem pressa.

Gênero: História Geral

Páginas: 200

Formato: 14x21

Autor: Celso Sabadin

Ano de lançamento: 2018

ISBN: 978-85-5889-066-3

Sobre o Autor: 

Celso Sabadin é Mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi, graduado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Publicidade e Propaganda pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). É crítico de cinema, professor, curador e escritor. Autor dos livros Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo (1997/2000), Éramos Apenas Paulistas (2009) e O Cinema como Ofício (2010).

Roteirizou e dirigiu o longa Mazzaropi (2013), e roteirizou o curta Nem Isso (2015), da obra de Luis Fernando Verissimo. Corroteirizou o longa documental Badi Assad (2018). É sócio fundador da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Editora Valentina